quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Postagem I - Fala e Escrita


Referência Bibliográfica:
Costa, Débora Amorim Gomes da. Fala e escrita: propostas didáticas para os anos iniciais do ensino fundamental. 31ª. Reunião Anual da Anped, Caxambu-MG, 2008.



Uma das grandes dificuldades encontradas no ensino da Língua Materna são as mudanças que a língua oral e escrita oferece. É importante deixar claro ao educando no início do processo de alfabetização, que língua falada e escrita, ao mesmo tempo em que se relacionam, tem algumas modificações . Como Débora Amorim G. Costa cita no texto "a compreensão equivocada de que a língua escrita é uma réplica exata da língua oral não se sustenta, pois "a escrita, vista como sistema de notação da língua oral, adquire um caráter incompleto e inexato."
     O primeiro conflito que muitos professores e escolas enfrentam nas classes de alfabetização é a escolha do livro didático e até mesmo dos paradidáticos. Costa, apresenta duas proposta de livro didáticos, para propor ao professor a reflexão sobre a escolha do mesmo. Um segundo desafio é como usar o livro. Como adapta-lo a realidade do aluno, de maneira que facilite não só o aprender a ler e escrever, mas manusear o livro e a interpretar os textos de forma crítica e coerente, tanto na língua falada, quanto na escrita.
No texto de Costa foi abordado de forma simples,  três concepções de linguagem: estruturalista, transformacionalista e enunciativa. Cada concepção representa mudanças teóricas no processo de desenvolvimento da Língua. É importante entende-las para que se possa perceber essa mudança de conceito ao longo da propagação da linguagem. É interessante analisar como a autora cita exemplo do cotidiano para apresentar as dicotomias da língua falada e escrita. Tais exemplos podem ser utilizados pelos professores de serieis iniciais do Ensino Fundamental. Para que os mesmos não se limitem somente aos exercícios do livro didático que é uma das críticas apresentada pelo autor.
É preciso ir além do livro didático. Uma sugestão é buscar novos recursos que despertem o interesse do aluno. Quando lê a palavra recurso, não se deve restringir, por exemplo, a multimídia, mas expandir a recursos simples também. Como a elaboração do material que irá usar. Como ensinar os alunos a criarem um portfólio  no final do ano com palavras e frases que aprenderam ao longo do ano. Os exemplos acima citados são meras ilustrações para afirmar que há muitas possibilidades de ensinar-aprender tanto a língua falada como a escrita. É preciso que o professor use sua criatividade. 
Autora cita exemplos de comparações feitas por ela entre o livro "Português uma Proposta para o Letramento (C1) e Vitóra Regia-Língua Portuguesa (C2). Ao analisar a comparação da autora, conclui que o Livro C1 é mais abrangente no sentido de poder adaptar a realidade do aluno de forma variada e apresentar-lhes várias gêneros textuais, já o texto C2 é um livro mais limitado e artificial em relação a língua falada e escrita, não dando para fazer uma articulação em ambas as línguas.
      

             
               
B)
O link abaixo é da página de facebook do CAC - Centro de Atividade Comunitária - localizado em São João de Meriti, na Baixada Fluminense. O CAC tem vários projetos voltados a leitura. Está diretamente ligado ao PINBA/FEBF - Programa Integrado de Pesquisa e Cooperação Técnica da Baixada Fluminense. 


http://www.facebook.com/pages/CAC-Centro-de-Atividades-Comunit%C3%A1rias-de-S%C3%A3o-Jo%C3%A3o-de-Meriti/102109746529069

Esse projeto foca leitura e escrita. É um projeto de incentivo a leitura, como também um complemento a educação escolar regular. Segundo o texto o uso de várias metodologias é fundamental para aprendizagem da criança, os diversos usos da tipologia e de gênero textuais influenciam no processo ensino-aprendizagem. Logo, esse projeto é um diferencial no município de São João de Meriti, pois está focado na leitura e escrita da Língua Portuguesa.



O próximo link corresponde ao projeto " Formação de Mediadores de Leitura" da ONG CARE Brasil. "Os “mediadores de leitura” são alunos que, depois de passarem por uma capacitação, lideram rodas de leitura e ajudam os demais estudantes de suas escolas a tomarem gosto pelo hábito de ler, contando histórias para alunos mais novos, levando os colegas para a biblioteca, sugerindo títulos, apresentando autores, realizando atividades lúdicas e valorizando a literatura como um todo."
Essa formação aconteceu, em Duque de Caxias, com alunos e professores de 32 escolas da rede pública.

http://www.care.org.br/noticias/formacao-mediadores-leitura-maio/


A importância do curso de capacitação para professores se dá, a partir, da necessidade de ensinar com exito a língua escrita e falada para os educandos. No texto Costa  analisa propostas de dois livros didáticos. No projeto "Mediadores da Leitura" é usado vários propostas didáticas para o incentivo a leitura.






3 comentários:

  1. Priscila, é interessante que logo no início de sua reflexão você apresente a que texto se refere. Não entendi a que "Freitas" você se refere...É importante apontar a referência para situar a leitura de quem analisa seu texto. Algumas adequações precisam ser feitas ao seu texto, por exemplo: "as diversificações" não é um termo adequado. Ficaria melhor assim: "são as diferenças que a língua falada e escrita apresentam..."
    De modo geral, você fez uma reflexão sobre a temática, mas não focalizou a discussão apresentada pela autora. Sugiro que procure situar-se mais no texto, apresentando as discussões realizadas pela autora e a conclusão a que chegou. Parabéns pela apresentação da segunda parte da atividade! Entretanto, considero fundamental que você faça um comentário sobre as experiências ressaltando os pontos de contato com o texto lido e discutido.

    Abs
    Ivan

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  2. ok!!! Farei as modificações necessárias !! :) A única coisa que não concordo é com a referência bibliográfica... Eu coloquei!

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  3. Ok,Então eu não tinha visto... Tudo perfeito, então!

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