sábado, 31 de março de 2012

Vídeo - Contar histórias incentiva a leitura

http://www.youtube.com/watch?v=vG9FaBjAKWM




Frase que me marcou nesse vídeo:
Vídeo - Contar história incentiva a leitura
“O contador de história é uma ponte para fazer o ouvinte chegar até o livro. É fundamental que o contador de histórias antes de tudo seja um grande leitor.” (Celso Sisto)


         Contar história é fundamental para aprender a ouvir. Um bom contador de história precisa ser um bom leitor. Sabemos que a participação do adulto na infância desenvolve na criança várias habilidades e sentimentos. Os pais também têm capacidade e devem participar dessa construção de habilidade e maturidade da criança. Os pais podem e devem, separar tempo para brincar e contar histórias a seus filhos, assim como aprender a ouvi-los e respeita-los.  A educação de nossas crianças não está somente na mão dos professores, mas de toda sociedade.

Debate 1 (RIZZOLI, Maria Cristina)


Livro: FARIA,Ana Lúcia Goulart de & MELLO,Suely Amaral (orgs.). Linguagens infantis - outras formas de leitura - Campinas, SP. 2ªedição, 2009. Coeção Polêmicas de nossos tempos,Editora Autores Associados LTDA.

Texto: Debate 1 - Literatura com letras e sem letras na educação infantil no norte da Itália (RIZZOLI,Maria Cristina ) pág. 5-19





"Acreditamos que o fato mais importante que acontece, quando se conta uma história, é o relacionamento que se cria." (pág.6)
Sentimentos são transmitidos através da contação de história. Há conexão tanto por parte de quem conta, quanto por parte de quem ouve a história.

"Segundo Nabokov, a narrativa representa um ponto delicado de encontro entre a imaginação e o conhecimento." (pág.8)
A autora explica que, geralmente as histórias são feitas de imagens, as imagens conseguem penetrar  nas áreas mais profundas de nosso ser. Muitas vezes de formas subliminares. Imagens que podemos carregar ao longo da vida.

"Quando, ouve uma história, a criança desenvolve a capacidade de ouvir." (pág. 9)
Desenvolver no indivíduo capacidade de ouvir é essencial. Quando a criança ouve uma história além ter um tempo maior de atenção, ainda estimula a criatividade, curiosidade e imaginação do mesmo.

“De acordo com o pensamento de Bruner, aprender é conseguir entender, entender é construir significados.”  (pág. 10)
Além de construir significados, compara a história ouvida a uma experiência pessoa, aprendendo as diferenças nas experiências, aprende também o respeito pelo que lhe é alheio.

“O livro é um instrumento de conhecimento, mas também é um veículo para fomentar o relacionamento.” (pág.11)
Há uma aproximação entre quem conta e quem ouve a história, por isso é importante os adultos contarem história para as crianças, a criança passa a confiar nesse adulto, a admira-lo.

“Os livros servem para ser tocados, olhados, lidos, folheados, levados para casa, trazidos para a escola, e podem ser discutidos, criticados, construídos.” (pág.11)

“A presença do adulto é muito importante nesse relacionamento com a criança porque vai ampara-la, vai dar segurança para saber que ela voltará ao papel normal dela de criança.” (pág.12)
Como a autora afirma, é necessário desenvolver na criança a curiosidade, o prazer, a compreensão e a fantasia. (pág.12)

“O objetivo é ensinar e aprender a gostar dos livros.” (pág.16)
Muitos professores não gostam de ler,não se pode ensinar o que não se sabe, com isso, entende-se que para o professor ensinar a criança a gostar de livros, é preciso que ele aprenda a gostar de livros primeiro.

         “O livro é proposto, então, como chave de acesso ao mundo da imaginação e pode tornar-se um objeto para ser explorado, para inventar-se e para construir.” (pág. 17)


Charge - Novo Acordo Ortográfico

      Essa charge chama a atenção que  não basta mudar as regras da ortografia, e sim que nossos representantes precisam conscientizar-se de que é preciso ensinar a população a ler e escrever também.

sexta-feira, 30 de março de 2012

Livro: Linguagens infantis - outras formas de leitura (Ana Lúcia Goulart de Faria & Suely Amaral Mello - orgs.)


 “Antecipar o ensino das letras, em vez de trazer o debate da cultura escrita no cotidiano, é inverter o processo e aumentar a diferença.” (pág. xiv)

Esse foi um dos principais ponto de discussão na aula 2. Conclui com essa frase, juntamente com o debate, que antecipar a alfabetização da criança é uma violação do direito da mesma, de se desenvolver naturalmente. Conclui também, que nós, seres humanos, nos alfabetizamos naturalmente dia a dia, com todas as informações que nos cercam e toda tecnologia e meios disponíveis. Tentar antecipar esse processo, não transforma a criança num leitor, capaz de entender e criticar o meio em que vive, e sim, num ser mecanizado que apenas decodifica códigos, mas nem sempre consegue compreende-los.







Foto na Infância

Eu na infância!!! Em breve postarei uma foto minha na época da Educação Infantil. Acredito que nessa foto eu tinha entre 6 e 8 anos, sempre fui alta. Logo, estava no que hoje chamamos de 1º ciclo do !º segmento do EF, ou seja entre o C.A e a 2ª série...rsrsrs